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terça-feira, outubro 30, 2012

Resident Evil 4

Após algumas tentativas de criação de um jogo diferente para a saga (que viria a dar origem a Devil May Cry) e uma tentativa beta que fugia um pouco à temática da série e acabou por ser abandonada, foi lançado em 2005 o jogo que se tornou a cara da série Resident Evil.
Quando Ashley Graham ,a filha do Presidente dos Estados Unidos, é raptada por um estranho culto chamado Los Iluminados, Leon S. Kennedy é contratado para a salvar. Leon viaja para uma vila rural na Europa, onde se depara com habitantes hostis que juraram fidelidade ao culto local. Após ser capturado pelos habitantes e levado ao líder do culto, Bitores Mendez, Leon é injetado com um parasita conhecido como Las Plagas. Com o parasita no seu corpo, Leon consegue escapar de Mendez com a ajuda de Luís Sera, um antigo cientista de Los Iluminados. Eventualmente Leon e Sera separam-se e enquanto Leon continua à procura Ashley, Sera procura uma maneira de deter Las Plagas. Eventualmente, Leon descobre que algumas figuras do seu passado, nomeadamente a bela e sedutora Ada Wong, estão envolvidas no rapto de Ashley, e que querem espalhar o caos pelo mundo com Las Plagas. Leon tem então de encontrar Ashley e deter o parasita que está dentro dele.
Dando continuidade à personagem introduzida em RE2, Resident Evil 4 trouxe de volta Leon S. Kennedy, personagem que graças a este jogo se tornou para muitos a principal personagem da série de videojogos.
RE4 apresenta um estilo diferente dos seus precedentes, nomeadamente na câmara, ao invés de apresentar uma câmara fixa em diversos ângulos do cenário, RE4, apresenta uma perspetiva em 3ª pessoa com vista por cima do ombro do personagem quando pretendemos apontar a nossa arma.
Outra das grandes diferenças deste jogo é a falta de zombies. Porque apesar de alguns inimigos serem zombies, muitos deles controlam armas, correm e interagem entre si, alterando significativamente o conceito de zombie: uma criatura não viva que apenas necessita de saciar a sua única necessidade - alimentar-se.
No entanto estas alterações agradaram não só aos fãs da série como também a novos jogadores dando fama mundial ao jogo.
Inicialmente desenvolvido para a GameCube, Resident Evil 4 obteve ports para Playstation 2, Nintendo Wii, PC, iPhone, Playstation 3 e X-Box 360.

segunda-feira, outubro 29, 2012

Eternal Darkness: Sanity's Requiem

Em 2002 a Nintendo decidiu brincar com a nossa sanidade mental ao tazer-nos um exclusivo para a sua GameCube que apresentava a patenteada "barra de sanidade".
Após a misteriosa morte do seu avô, Edward Roivas, a jovem Alexandra "Alex" Roivas decide investigar a sua mansão. Durante a investigação Alex encontra um grande compêndio numa sala secreta. Ao ler este compêndio Alex tem uma fantasia com Pious Augustus um respeitado general romano. Controlando o corpo de Pious, Alex é levada a uma sala onde têm de escolher entre três relíquias. A escolha de qualquer uma destas relíquias transforma Pious num guerreiro não vivo que liberta uma misteriosa entidade anciã e que pretende viajar até ao presente. Alex ao perceber o erro que fez procura pela mansão as restantes páginas do compêndio que ao lidas a transportam para outra época, controlando outro corpo. Ao longo do jogo vamos tentando parar Pious, ao mesmo tempo que descobrimos uma grande conspiração por detrás de tuda esta aventura.
Eternal Darkness foi aclamado pela crítica devido à fantástica e patenteada "barra de sanidade", uma barra verde mostrada no ecrã que indica a sanidade da personagem, alterável por diferentes fatores, como ser visto por um inimigo ou sofrer ataques. Quando a barra chega a zero diferentes efeitos podem acontecer. Erros de conexão do comando, dados gravados "apagados", diminuição do volume, sangue a escorrer pelo teto/paredes, um ecrã a congratular-nos por termos completado o jogo e que a história será continuada na próxima entrada, entre outros, são tudo efeitos criados pela falta de sanidade da personagem, muitas vezes acompanhadas do grito "This can't be happening!"
Ao todo são 12 as personagens controláveis, Alex e 11 espíritos presos no compêndio. Após completarmos o jogo pela primeira vez, é possível recomeçar o jogo escolhendo uma nova relíquia. Após termos completado o jogo 3 vezes (uma para cada relíquia) é-nos apresentada uma nova cutscene, o verdadeiro fim do jogo.
Eternal Darkness foi um sucesso para a crítica, no entanto o facto de ser um exclusivo GameCube (uma consola com muitos poucos utilizadores) fez com que fosse um fracasso de vendas.
Para todos os que têm o prazer de ter uma GameCube, Eternal Darkness é, sem sombra de dúvidas, um jogo imprescindível no vosso espólio.